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Engenharia elétrica

É a área da engenharia que lida com a geração, a transmissão, o transporte e a distribuição da energia elétrica. O engenheiro eletricista planeja, supervisiona e executa projetos nas áreas de eletrotécnica, relacionadas à potência da energia. Ele está habilitado a construir e a aplicar sistemas de automação e controle em linhas de produção industrial, no desenvolvimento de componentes eletroeletrônicos, na operação e manutenção de equipamentos em hospitais e clínicas e em projetos de instalações elétricas em indústrias, comércios e residências. Também participa do projeto e da construção de usinas hidrelétricas, termelétricas e nucleares. Além das concessionárias de energia, o profissional com essa graduação encontra emprego em empresas de telecomunicações (desde fábricas de celulares até operadoras de sistemas de comunicação), indústrias de equipamentos, automação, fábricas de motores e geradores, consultorias ou em empresas prestadoras de serviços em computação.

Mercado de Trabalho

Assim como nas outras engenharias, o mercado de trabalho para esse profissional está em alta. Alguns dos fatores que aquecem a área são as obras de infraestrutura necessárias para o crescimento do país, como a construção de usinas geradoras de energia elétrica, obras relacionadas à Copa do Mundo de 2014 e às Olimpíadas de 2016 e a descoberta do pré-sal. “A necessidade de ampliação e modernização do parque industrial e do setor de comunicações, alinhada com a visão de sustentabilidade e o uso cada vez maior de fontes de energia renováveis para geração de energia elétrica, aumenta a contratação desse profissional”, afirma o professor Talvanes Menezes Oliveira, coordenador do curso UFCG, em Campina Grande (PB). As áreas com mais oportunidades de trabalho, segundo o professor, são a de eletrotécnica e a de automação. Além disso, as áreas de pesquisa e desenvolvimento em empresas de energia, computação e telecomunicações também contratam o profissional. Concessionárias de energia, construtoras, empresas de tecnologia da informação são empregadoras tradicionais. As melhores oportunidades estão nos polos industriais das regiões Sul e Sudeste. Mas o crescimento do Norte e do Nordeste promete boa chance também.

Perfil
Para ser um bom engenheiro eletricista, a pessoa tem que gostar de física e matemática e, além disso, gostar de aplicar conhecimentos científicos, técnicos e empíricos na criação e aperfeiçoamento de equipamentos, máquinas e processos que propiciem ao homem comodidade, entretenimento, saúde, segurança e meios mais eficientes de produção industrial e agrícola. Engenhar é idear, inventar, engendrar.

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